Project 3 on 3 - Março




Bem-vindo mês mais lindo do ano!!!!(it's my birthdayyy ♥)

Após o primeiro post do projeto 3 on 3 (para quem ainda não leu, aqui está), ficamos pensando qual seria o tema do próximo. Pensamos, pensamos, pensamos, até que chegamos a conclusão que nada melhor do que falar sobre algo que amamos, certo?? Certo.



Paixões. Coisas que somos apaixonadas, que gostamos de fazer pela paz que nos trás. Minha paixão é música e tudo que se relaciona com ela (shows, filmes musicais etc). Quando ouço uma música que eu gosto, me envolvo tanto que chego a pensar que quem a escreveu entrou na minha mente e escreveu sobre minha vida. Me acalmo, me alegro, me consolo, apenas a escutando. É meu refúgio no meio de tanta hipocrisia existente no mundo. Cada um a sente de um jeito diferente. 


  

 Minha história com ela é antiga. Desde pequena sempre gostei de cantar, apesar da minha voz não ser tão boa para isso. Houve um tempo em que eu e a Mayara fizemos aulas de canto, devíamos ter uns 8 anos, e cantamos em cima de um trio elétrico (não eram músicas carnavalescas, e sim MPB ♥), em teatro, sempre apresentações que envolviam os familiares dos alunos. Gostei tanto dessa experiência que quando fiz 12 anos meu pai me comprou um violão e fez minha matrícula na escola de música da minha rua. Creio que essa tenha sido uma das melhores épocas da minha vida, aprendi tantas coisas novas, conheci tantas pessoas legais que me proporcionaram experiências maravilhosas. Lembro que todo fim de ano tínhamos a Audição, um evento da escola em um anfiteatro onde todos os alunos faziam apresentações (solo ou em banda) e os familiares e amigos eram os convidados, cheguei a participar de três. A melhor foi a terceira, toquei três músicas, a primeira foi uma orquestra de Fear of the Dark do Iron Maiden com o pessoal de cordas, a segunda foi Garganta da Ana Carolina onde eu e o Denis (meu professor) tocamos e a Verinha (dona da escola) cantou, a última foi Going Under da banda Evanescence, toquei a guitarra principal, com direito a solo e tudo. Foi I N C R Í V E L!!



Em 2012 a Mayara me fez um convite inusitado: tocar na Festa da Primavera da igreja dela. Me espantei, não pelo fato de tocar violão/guitarra, mas eu teria que cantar, depois de tanto tempo cantando apenas nos meus shows particulares no meu chuveiro. Quem ia gostar de ouvir essa voz de taquara rachada??? Anyway, aceitei o pedido dela. De início, apenas eu e o Angelo íamos nos apresentar, até que me recordei do meu amigo Jones (meu companheiro nas horas em que ficávamos tocando na porta da escola), um músico nato e que poderia nos ajudar nessa missão, e o engraçadíssimo André que fez uma participação especial. Tivemos apenas dois dias de ensaio, tudo estava correndo bem, mas na hora de subir no palco e pensar que teriam pessoas me olhando, fiquei um pouco apavorada, mas era tarde demais pra desistir. Tocamos de Mamonas Assassinas a Demi Lovato. Me diverti.
Acredito que se eu não tivesse parado com as aulas, seguiria a carreira de musicista. É uma paixão que levarei comigo a vida inteira. Música está na minha alma.
      





Carnaval 2013 - Salvador/BA
Quando a dona Beatriz me falou que iriamos falar sobre paixões eu fiquei muito feliz, afinal era um tema fácil. Quem dera, estou desde do dia que ela falou até nesse momento pensando no que é minha paixão? Pensei em Harry Potter, afinal, os Marotos fizeram a minha cabeça e eu sou apaixonada. One Tree Hill, a série que me ensinou muitos valores e eu a assisti no mesmo tempo que acabava meu ensino médio e me ensinou muitas coisas. Mas não são paixões, e ai, me veio a minha paixão. Sair. Eu sei, podem me achar fútil  mas não é futilidade. É isso que me faz bem, um dia desses uma amiga minha me disse é seu 'Refugio, Nara. Você não pode fugir disso.''

17 anos, reunião em casa

 Sou apaixonada pela sensação de entrar em um show, de ir encontrar com  minhas amigas e se divertir. De sair histórias de lá. Da sensação que eu tenho, de tirar todo o peso da semana que foi complicada, são três horas de shows, que viram 5 horas quando eu começo a recontar cada momento.
Apaixonada pela sensação de ficar pensando com que roupa vou, como minhas amigas vão. Encantada pela sensação de ouvir a minha música favorita e estar dançando em uma rodinha com minhas amigas.


Caldas Country 2012 - Caldas Novas/GO
Baladeira de oficio, sim. Eu sou. Encantada pelas luzes que iluminam os meus olhos, e fazem eu me sentir viva. De estar dançando cinco musicas seguidas. De me acabar. E chegar com o pé destruidão em casa, pedindo novos pares. Isso me faz feliz. Vocês não imaginam o tamanho do meu sorriso ao falar da minha paixão, sair.
Sair pra ir a um show, pra tomar um sorvete, pra uma reunião de amigos. Para me divertir. É essa a minha paixão, é algo incrível.  É meu vicio, eu fico louca da vida se eu passado mais de dois finais de semanas sem ter ido nem que seja a casa da Anna, passar a madrugada jogando truco. E encerro a minha parte no post repetindo o que minha mãe sempre diz à minhas amigas:
 ''Não importa a balada que é, o estilo musical. A Iahnara vai estar lá.''
Desde que o tema desse mês foi escolhido, fiquei imaginando sobre o que escreveria, e até mesmo hoje, não consegui definir apenas uma coisa como a minha paixão. Desde de criança, sempre fui apaixonada por música, fiz aula de canto com a Bia (como ela contou lá em cima), fiz dança do ventre também com a Bia (ela me ama muito), quando eu tinha 16 anos fiz Jazz, e à alguns meses me risco cantando na Igreja com alguns amigos. A paixão por cantar surgiu à tanto tempo, acho que nem sabia falar direito e mesmo assim gostava de brincar cantando. Já a paixão pela dança, surgiu quando fiz aulas de dança do ventre (queria muito voltar a praticar). Foi a partir dos meus 11 anos, que comecei a dançar na escola, fazia parte de algumas provas de uma gincana que acontecia todos os anos, já fiz cover do The Pussycat Dolls, até mesmo Cassia Eller, para mim, e para as meninas que dançavam era a melhor época do ano, sempre dando o máximo de si nos ensaios, comemorando a cada passo decorado, e a gente sempre conseguia uma boa pontuação. Ninguém imagina como sinto falta desse tempo.
Não imaginei que voltasse a cantar depois de quase 10 anos, mas tem sido bom, apesar do medo, as vezes até pavor, e acreditem, muita timidez, tenho tentado com todo amor.

Nenhuma montanha é tão alta,
Nem os oceanos tão amplos.
Porque juntos ou não
A nossa dança não vai parar (...)
Desde que meu irmão começou a dividir computador comigo, comecei escrever, lembro que antes escrevia textos e salvava em disquetes, hoje não mais, ainda não abandonei meu diário, as vezes escrevo alguma coisa que tenho pensado muito, e depois de escrever um livro, percebi que sou apaixonada por escrever, virou uma terapia que eu pratico constantemente.
Também sou apaixonada por ter minha família reunida, já que é raro isso acontecer, de viajar para ver as pessoas que deveriam estar perto de mim. É uma paixão também estar na igreja, lugar onde eu recarrego minhas forças, e onde eu conheci o verdadeiro significado da fé.

Talvez minha verdadeira paixão seja a vida, todas as coisas que ela me proporcionou, todas as oportunidades que com sorte surgirão, mesmo com as coisas não tão boas que aparecem no caminho, o importante é enxergar além de cada buraco que caímos. 

É isso, sou apaixonada por viver.

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