O silêncio sempre foi a nossa resposta pra todas as perguntas. Como eu sempre disse, nós não somos o oposto um do outro. Nós somos igual ao outro. Talvez, mas bem talvez eu não tenha te esquecido. Quem sabe tenha te deixado lá numa caixinha, onde eu não pudesse te encontrar. Deixei o tempo passar pra ele responder se era alguma coisa, ou mais uma brincadeira. É uma brincadeira. É uma diversão. É? Será? E se não for? E se eu menti pra mim, e você mentiu pra você e pra mim? E se você fugiu?
E por que você deixou de lado? E por que você não correu atrás? E por que eu não corri atrás? Porque quem sabe, como na noite passada, você tivesse cedido. E eu não estaria me fazendo estas milhões de perguntas. Será que eu fui mais alguém pra você ou fui o alguém pra você? Eu também não tenho essa resposta. Mal sei se você é ao menos alguém. Por uma noite eu me senti vingada. Eu tive a minha resposta que você não esqueceu. E fiz você acreditar que era mais um passatempo. Sentiu? Sentiu como dói ver o outro partir, ao invés de você? Você não ganhou de mim. Alias, nenhum de nos ganhamos. Nos perdemos. Nós perdemos. Eu me perdi de você, você perdeu a mim. E a nossa história acaba aqui? Mesmo com tantas respostas? Quem saiba eu venha a ceder sobre aquela pergunta. Talvez eu me pegue me perguntando num completo '' E se. ''
Só eu fiquei no ''e se''?! Ou você também ficou? Você nunca vai me responder, não é mesmo? E eu também nunca vou te responder. Mas quem sabe, se a gente tivesse tentado... Não dá pra saber. Eu não vou saber. Você também não vai. Ainda existe uma possibilidade, se algum de nós irá ceder. Já se passaram alguns meses. Me responde. Ainda é como aquela noite? Ainda tira tempo pra pensar na gente? Ainda fica pensando ''E se?''. Se a resposta for sim, eu ainda espero por uma mensagem sua. Não todos os dias, mas no tempo que dá pra pensar.

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